Economia, Lamego

Lamego recupera finanças

A Câmara Municipal de Lamego aprovou o Relatório e Contas de Gerência referentes ao ano de 2020 que, pelo segundo ano consecutivo, apresentou resultados líquidos positivos.

Pela primeira vez também, o endividamento da autarquia registou um valor abaixo do limite legal, consequência de uma redução sustentada implementada nos últimos anos, destacando-se ainda a redução no prazo de liquidação a fornecedores que se mantém, actualmente, em 44 dias.

Ângelo Moura, presidente da Câmara Municipal de Lamego, sublinha que «Lamego é agora uma autarquia de contas certas. Conseguimos apresentar, mais uma vez, resultados positivos, invertendo a anterior situação de desequilíbrio. Tudo isto é resultado do trabalho desenvolvido, um esforço que contou com a compreensão dos lamecenses, mas também fruto de uma criteriosa gestão por parte dos serviços autárquicos, no que diz respeito a optimização de recursos, contenção de despesas e a novas candidaturas para o concelho».

Apesar do contexto de austeridade determinado pela Covid-19, a Câmara Municipal de Lamego manteve os seus investimentos no concelho, tendo lançado um conjunto de apoios financeiros com o intuito de amenizar os efeitos negativos da pandemia, tanto na atividade económica como junto da população mais carenciada.

De entre as várias medidas implementadas, destaca-se a isenção de pagamento de taxas de ocupação do espaço público, nomeadamente na instalação de esplanadas para o sector da restauração; a suspensão da aplicação de taxas e cobrança de mensalidades aos comerciantes e arrendatários do Mercado Municipal, que viram também prorrogado os prazos de licenciamento, coimas, execuções fiscais e documentação administrativa; e o lançamento da campanha “Eu COMPRO no Comércio Local” que incluiu a oferta de vouchers de consumo com o objectivo de dinamizar o comércio tradicional local.

«Acima de tudo, o nosso objectivo, com a implementação destas medidas e a concretização de diversas obras públicas municipais, era contribuir para a manutenção da atividade económica e da empregabilidade no concelho, sem nunca pôr em causa o bom governo da autarquia», refere Ângelo Moura.

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