Cultura, Marinha Grande

Arte vidreira homenageada no Festival Sopro da Marinha Grande

A segunda intervenção artística no âmbito do Festival “Marinha Grande, SOPRO: ARTE PÚBLICA”, promovido pela Câmara Municipal da Marinha Grande e com curadoria da associação Riscas Vadias, foi realizada na parede um prédio em Casal de Malta e constitui uma homenagem à arte vidreira.

A pintura mural intitula-se “Clarão” e, à semelhança da primeira intervenção do festival, esta obra contou com a colaboração de dois artistas: Nuno Viegas (@nunoviegas.pt), autor das mãos que detêm uma folha de papel, sobre a qual Ricardo Romero (@matilhastudio) reproduz uma fotografia de época.

O título da obra e a imagem histórica que convoca, fazem referência à tradição do vidro enquanto uma matéria-prima essencial para o desenvolvimento socioeconómico da Marinha Grande desde os seus primórdios até à contemporaneidade.

Há um detalhe que, à primeira vista, pode passar despercebido: do sopro do artesão que cria uma peça em vidro sai um pássaro. Este pássaro não é nada mais que uma metáfora, não só para a importância da matéria-prima em uso, mas também, à semelhança da primeira intervenção, uma referência à natureza .

A terceira intervenção prevista no âmbito deste festival também já se encontra concluída e em exposição no Museu Joaquim Correia. Trata-se de uma escultura do artista Ricardo Romero, que , caso as condições climatéricas o permitam, será colocada na pala do Teatro Stephens no dia 20 de novembro.

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