Cultura, Destaque

Diretor Artístico “muito feliz” com a 42ª edição do Festival Internacional da Póvoa de Varzim

No passado domingo, 28 de julho, terminou o 42º Festival Internacional da Póvoa de Varzim (FIMPV).

Esta edição, com um balanço bastante positivo, reuniu 113 artistas de 13 nacionalidades diferentes, trazendo variados estilos de música à Póvoa de Varzim.

O público aderiu muito bem a esta nova programação, com especial ênfase para duas propostas diferentes: o concerto de Jazz pelo Shai Maestro Trio (iniciou a sua grande digressão europeia na Póvoa, com um álbum com diversas nomeações para Grammys”), e pela produção oficial de dois filmes de Charlie Chaplin, “Uma Vida de Cão” e “O Garoto de Charlot”. Esta produção contou com a presença de um dos diretores da Fundação Chaplin, que muito divulgou a nossa produção em todas as suas redes sociais oficiais, e que também colocou o Festival a par de Casa da Música, Fundação Gulbenkian e Teatro S. Carlos, as instituições que tinham feito produções oficiais de Chaplin em Portugal.

O público tem aderido de maneira extraordinária e com grande curiosidade a todos estes desafios, sendo o público também muito louvado pelos artistas pela sua cultura e atenção nos concertos.

O concerto de Arcadi Volodos foi o mais procurado pelo público, lotando o Cine-Teatro Garrett num recital memorável, diretamente seguido pelo concerto da Orquestra de Câmara Alemã, o cine-concerto com música e filmes de Chaplin e Shai Maestro Trio. Esta edição contou com 4.781 espectadores no seu total. Ênfase também para as variadas estreias em Portugal, nomeadamente do Quarteto Modigliani, Trio Gaspard, Orquestra de Câmara de Krasnoyarsk, Salaputia Brass, o cravista Mahan Esfahani, e o flautista Matvey Demin (1º prémio no Concurso Tchaikovsky 2019).

Após esta primeira edição como Diretor Artístico do certame, Raúl da Costa revelou que está “muito feliz com toda a opinião que tenho recebido do público graças à programação muito vasta, e com a felicidade transmitida pelos músicos convidados com todo o profissionalismo da nossa equipa e do público”.

Em relação ao futuro, Raúl da Costa adiantou que “um concerto «não clássico» será uma aposta que irá continuar para os próximos anos, especialmente após o tremendo sucesso do concerto de Shai Maestro, em gravação para a Antena 2. O FIMPV continuará a ser um Festival da Grande Música e da Grande Arte, sendo mais do que simples entretenimento, mas também uma experiência emocional para o nosso público”.

Recorde esta 42ª edição do Festival aqui.

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