Guimarães, Sociedade

Presidente da Câmara de Guimarães inaugurou novo Centro Cívico de Rendufe

Presidente da Câmara de Guimarães inaugurou novo Centro Cívico de Rendufe

O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, inaugurou a requalificação do Centro Cívico de Rendufe. A intervenção, articulada com a Junta de Freguesia, incidiu na beneficiação do Largo da Igreja com a criação de uma praça pedonal ajardinada, onde se destacam duas esculturas da autoria do vimaranense Dinis Ribeiro, natural de Rendufe.

A reabilitação da área central, que se complementa com um parque de estacionamento com capacidade para trinta lugares, teve por objetivo harmonizar o atual espaço físico. Com a construção de passeios, foi também garantido, à semelhança da área central, um corredor acessível a pessoas com mobilidade condicionada, a inclusão de órgãos de drenagem (condutas) de águas pluviais e a sua repavimentação.

Através de um novo desenho, onde pontificam conjuntos de oliveiras, a intervenção potencia e dinamiza a área envolvente à Igreja, tornando-o acessível e apetecível à vivência diária, afirmando o templo religioso como um edifício preponderante e de referência. «Esta obra, de um grande simbolismo e um excelente aproveitamento do espaço público, transforma a centralidade de Rendufe», referiu Domingos Bragança.

«Estas intervenções contam muito para o conforto e para a melhoria da qualidade de vida das nossas pessoas. A recuperação do Centro Cívico está muito bem feita, com duas esculturas de um autor da terra, que merecem ser replicadas noutros pontos do concelho. Está a ser feito um excelente trabalho na União de Freguesias de Atães e Rendufe e este é mais um exemplo da dedicação e do empenho de quem trabalha em prol das pessoas», acrescentou o Presidente do Município.

Na sua intervenção, o Presidente de Junta, Patrício Araújo, destacou o embelezamento da área envolvente à Igreja, realçando o significado das duas esculturas e a «importância cultural» que ambas representam. A disposição em sentidos opostos, com uma direcionada para o caminho primitivo de Rendufe, evocando tempos ancestrais, mitos e crenças, e outra a indicar «perspetivas e visões futuras», confere uma nova leitura urbanística à centralidade da freguesia.

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