Palmela, Sociedade

Município de Palmela adota comunicação inclusiva de género

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A partir de 1 de dezembro, a Câmara Municipal de Palmela vai adotar, de forma integral e generalizada, a comunicação inclusiva de género em todos os documentos oficiais, quer internamente, quer com entidades externas. Entretanto, está já a decorrer um período de adaptação, com vista à preparação para aplicação em todos os documentos e suportes de comunicação institucional.

O V Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não-discriminação 2014-2017 (aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2013, de 31 de dezembro) apresenta uma medida estratégica relativa à integração da igualdade de género na administração pública central e local, bem como uma medida específica para assegurar, a nível institucional, a adoção de políticas de comunicação não-discriminatórias em função do sexo e promotora da igualdade de género. Estas diretrizes vêm ao encontro do trabalho que o Município de Palmela tem vindo a desenvolver, com a adesão, em 2014, à Carta Europeia para a Igualdade das Mulheres e dos Homens na Vida Local – elaborada e promovida pelo Conselho dos Municípios e Regiões da Europa e seus parceiros – e através da definição e implementação do Plano Municipal para a Igualdade de Género. Ao longo dos últimos anos, o Município organizou várias ações de sensibilização e formação sobre o tema, quer para o público interno, quer junto de instituições locais e escolas, visando a eliminação dos estereótipos sociais na comunidade.

É através da comunicação que nos relacionamos e expressamos as nossas ideias e conceções sobre o mundo, pelo que esta não deve conter marcas linguísticas que evidenciem atitude discriminatória. Deve, pelo contrário, reconhecer que nenhum dos dois sexos tem o exclusivo da representação geral da humanidade ou da cidadania, referindo-se a ambos explicitamente, de forma igual e paralela, expressando a respetiva identidade.

O Plano Municipal para a Igualdade de Género pretende promover uma cidadania ativa e paritária, alicerçada numa cultura de responsabilidade social, que valorize a participação cívica e potencie a inclusão e coesão sociais.

 

 

 

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