Cultura, Óbidos

Oficina de Criação Teatral procura “energias e saberes” em Óbidos

cartaz

Arranca no próximo dia 9 de novembro, na antiga escola primária de Óbidos, a Oficina de Criação Teatral, dinamizada pelo conhecido ator Pedro Giestas, no âmbito do projeto ‘Anatomia da identidade’. “Estamos agora a criar um novo grupo que vai tentar agregar todas as energias e todos os saberes que já existem”, explica o ator.

Pedro Giestas diz estar “à procura de pessoas para este novo grupo, não só atores, mas também de todos aqueles que são necessários à criação de um espetáculo teatral e, hoje, é quase tudo”. Pintores, carpinteiros, eletricistas, aderecistas são apenas alguns dos exemplos para constituir esta equipa. “Queremos também pessoas que gostem de escrever e que aqui, neste caso, vão ter a oportunidade de ver os seus textos montados”, elucida o responsável, acrescentando que este grupo vai também “pesquisar todas as tradições de Óbidos e renovar-lhes o encanto”.

Todos os interessados poderão obter informações através do correio eletrónio anatomiadaidentidade2016@gmail.com, ou do telefone 962 778 330. As sessões começam dia 9 de novembro, pelas 20h30, na antiga escola primária de Óbidos.

 

Anatomia da Identidade

‘Anatomia da Identidade’ é um projeto que está a ser implementado em Óbidos, desde fevereiro deste ano, pela Associação Cultural Noite do Fogo, mas que também irá estar em outras zonas do País. “É um projeto comunitário que pretende criar outros tantos transversais”, explica Pedro Giestas, acrescentando que se trabalha “desde as escolas, desde os mais pequenos, até aos centros de dia e aos lares de terceira idade”. “São projetos que têm a criação teatral como pano de fundo, mas, a partir daí, vamos criar um pouco de tudo, desde a poesia, à literatura, à dança e à música”, concretiza.

Pedro Giestas acredita que a “Cultura não é para estar encerrada nas salas, mas para ser vivida no dia-a-dia”. “Queremos que as pessoas sintam que a Cultura é algo que existe no quotidiano e que nos pode fazer mais felizes”, conclui.

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