Economia, Póvoa de Lanhoso, Tecnologia

Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso leva fibra ótica aos parques industriais de S. Martinho de Campo e de Fontarcada

No âmbito do Pelouro do Desenvolvimento Económico e como forma de apoiar o tecido empresarial local, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, em parceria com a dstelecom, executou o prolongamento da rede de fibra ótica (nova geração) ao parque industrial de S. Martinho de Campo, sendo que irá seguir-se o Parque Industrial de Fontarcada. São dois importantes polos industriais do nosso concelho. O valor do investimento municipal é de cerca de 12 mil euros.

Desta forma, todas as empresas sediadas nestes parques poderão usufruir dos serviços de telecomunicações dos operadores de telecomunicações na tecnologia de fibra ótica, o que significa melhores serviços de comunicações eletrónicas, de banda larga.

“Trata-se de um investimento que pretende reforçar e melhorar a componente tecnológica das nossas empresas locais através da disponibilização deste serviço”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista. “A promoção do desenvolvimento económico é uma das nossas prioridades e esta medida vem no sentido do contributo que podemos prestar às empresas, de modo a que possam responder melhor às exigências atuais e ser mais competitivas”, salienta ainda.

De acordo com informação da dstelecom, trata-se aqui da rede de nova geração em fibra ótica da dstelecom, que já opera no concelho da Póvoa de Lanhoso desde 2013.

Ainda segundo a mesma fonte, esta rede de nova geração é uma rede neutra e aberta a todos os operadores que permite a disponibilização de serviços residenciais (televisão, internet e voz fixa) está já em funcionamento em 79 Municípios.

A Póvoa de Lanhoso é um dos concelhos selecionados para este projeto com uma cobertura superior a 50 por cento da população.  São 13 as freguesias que têm cobertura de fibra ótica: Calvos, Campos, Fontarcada, Frades, Galegos, Garfe, Lanhoso, Louredo, Póvoa de Lanhoso, Rendufinho, Serzedelo, Taíde e Vilela.

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1 comentário

  1. Isto é muito bonito MAS!
    A CMPVL é, segundo sei, no Norte, a câmara que mais direitos de passagem cobra aos operadores de telecomunicações.
    Resultado disso é o município dom norte com menos oferta de inovação e comunicações através da rede fixa.

    Era bom que a Câmara deixasse de ser um ENTRAVE ao desenvolvimento do concelho.

    As empresas são “obrigadas” a contratar serviços de “internet” para cumprir obrigações legais como comunicar, via SAFT(por exemplo), os montantes de facturação do mês.

    Uma Câmara retrógrada só dificulta as obrigações legais das empresas que tenham sede no concelho.

    Parece que há algumas empresas que poderão beneficiar de um desobstrução à evolução.

    Parabéns! A PVL está em vias de sair do terceiro mundo!

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