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Festival Especial de Seia destaca talento das crianças e jovens portadores de deficiência

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“Os Curiosos” – projeto musical desenvolvido por Henrique Abreu no CRID (Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes), em Cascais – são os convidados da 6ª edição do Festival Especial, uma iniciativa promovida com crianças e jovens portadores de deficiência do concelho de Seia.

 

Está a chegar o festival mais Especial de sempre. No dia 8 de maio, pelas 15:00h, crianças e jovens especiais, pela sua física e psicológica, são os protagonistas da 7ª edição do Festival Especial, mostrando o seu enorme talento e valor à comunidade no palco do Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.

Organizado pela Câmara Municipal de Seia, o festival conta com representações dramáticas e momentos musicais únicos, protagonizados por elementos da Casa de Santa Isabel, do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) da Casa do Povo de Seia e por crianças autistas e portadoras de deficiência das unidades de ensino estruturado do concelho, promovendo a criatividade e para quem assiste: a inclusão.

O Festival terá ainda a participação especial do projeto artístico “Os Curiosos”, nascido da atividade “Experimentação Musical”, desenvolvida por Henrique Abreu no CRID (Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes), situado em Cascais. Com 6 anos de existência, “Os Curiosos” adaptam canções Pop à sua maneira de estar perante a vida e o mundo, criando também originais. Apesar de na sua formação contarem com cerca de 10 elementos, estarão representados na Edição de 2016 do Festival Especial por David Teixeira nas percussões, Hugo Manso no teclado, Eugeniu Sadovei no Teclado Táctil e Diogo Correia na voz.

A felicidade autêntica é a energia deste projeto, que teve início em 2010 e resulta do acompanhamento musical levado a cabo pela Câmara, através da Ludoteca Municipal, junto de instituições de ensino especial.

Estas sessões de musicoterapia têm sido desenvolvidas ao longo dos últimos oito anos e têm revelado evoluções inegáveis na cumplicidade, interação e comunicação das crianças e jovens. Assim, criaram-se alicerces para mostrar ao mundo que a diferença não importa, revelando que não há pessoas mais empenhadas e sinceras no que fazem. São elas que nos levam a bater palmas até ao fim, sorrir até doerem os maxilares e sobretudo nos deixam a lágrima no canto do olho.

 

E o que importa realmente? Não somos todos diferentes?

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