Amadora, Cultura

Aula aberta “A Cidade – problema humano” na Amadora

casa_roque_gameiro_pressNo âmbito da exposição CASA (na) AMADORA – Vivência e Pensamento de Roque Gameiro a Raul Lino, realiza-se, no próximo no próximo dia 1 de dezembro, na Casa Roque Gameiro, pelas 11h00, uma aula aberta apresentada pelo Arquiteto Luís Cunha com o tema “A Cidade – problema humano”. Esta aula é dirigida ao público em geral, principalmente a todos os que se preocupam com a dinâmica do espaço urbano.

Luiz Sarmento de Carvalho e Cunha (1933) licenciou-se em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (1957) com a classificação de 20 valores. É membro fundador, com Nuno Teotónio Pereira, Nuno Portas e outros, em 1952, do Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR). De 1957 a 1966, colabora com o urbanista Robert Auzelle no Gabinete de Urbanização da Câmara Municipal do Porto onde, entre outros projetos, participa no Plano de Urbanização para esta Cidade. Professor Catedrático do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa no curso de Arquitetura, até se jubilar em 2004. Para além da prática da arquitetura em regime liberal desde 1966, produz vasta obra de pintura e escultura, em muitos casos integradas em inúmeros edifícios de que é autor. Participa em diversas exposições coletivas e individuais.

 

Exposição Casa (na) Amadora – Vivência e Pensamento de Roque Gameiro a Raul Lino

Esta exposição pretende ser um olhar sobre a Casa Roque Gameiro a partir de Raul Lino, arquiteto responsável pelo projeto de ampliação da casa, em 1900, mas também suscitar Página 1 de 2 uma reflexão acerca do que terá sido viver num espaço que era muito mais que apenas uma habitação. Ali foram criadas várias gerações da família de Alfredo Roque Gameiro que, além da sua notoriedade como aguarelista – vocação artística que passou aos seus filhos – foi também um dos grandes impulsionadores do desenvolvimento da Amadora, à época.

A Casa Roque Gameiro foi classificada, pelo Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico, como monumento de interesse público e permanece como uma das mais notáveis referências do património histórico e cultural do Concelho da Amadora.

A imagem exterior do edifício permanece igual à de 1900 e os pisos e divisões onde o revestimento azulejar foi conservado na sua totalidade ou muito próximo desta, permanecem intactos. Mandada construir em 1898 por Alfredo Roque Gameiro, o projeto inicial do edifício, que corresponde ao piso da entrada principal e ao torreão, construído para habitação do pintor e da sua família, é vulgarmente atribuído ao próprio Roque Gameiro.

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