Ansião, Cultura

ENCENA 2015 – Encontros de Teatro Amador do Concelho de Ansião

ENCENAOs Encontros de Teatro Amador do Concelho de Ansião- ENCENA regressam a 6, 7 e 8 de Novembro, cumprindo a tradição anual de proporcionar ao público do concelho algum do melhor teatro amador desenvolvido em Portugal. Espectáculos que são um convite declarado a assistirem a bom teatro, para todos os públicos, e que se iniciam dia 6, às 21h30, com Harpagão, O Velho Avarento, de Molière, pelo Teatro Olimpo. Depois, dia 7, pelas 15h30, é apresentada Uma Aventura na Cova do Vento, peça para o público infanto-juvenil, de Maria Clara Machado e interpretada pelo Teatro Palha de Abrantes. Ainda no dia 7 mas à noite, pelas 21h30 horas, é apresentado “Muito Molière”, de Claudio Hochman, pelo Teatro Experimental de Mortágua. O ENCENA 2015 termina na tarde de Domingo, a partir das 15h30, com A Bengala, de Prista Monteiro, pelo Ultimacto, de Tomar. Todos os espectáculos têm entrada gratuita e acontecem no Centro Cultural de Ansião.

SINOPSE_Harpagão, o Velho Avarento- O enredo gira em torno de um velho avarento, que faz a vida negra a todos quantos o rodeiam, tal a sua obsessão em acumular riqueza. As coisas complicam-se ainda mais quando entra em cena uma jovem e bela moçoila, que vai ser disputada pelo velho e pelo seu próprio filho.

SINOPSE_Uma Aventura na Cova do Vento- Maria, uma criança como muitas outras, resolve um dia viajar às cavalitas do Vento, pretendendo fugir da vida rigorosa e chata imposta pelas tias, dessa forma iniciando uma atribulada sequência de aventuras…

SINOPSE_Muito Molière- Texto que resulta de uma adaptação de três obras do grande dramaturgo francês Molière. Com efeito, “O Avarento”, “Médico à Força” e “Mulheres Sábias” cedem as suas personagens e situações para uma única comédia, plena de crítica social e revestida de um grande sentido de humor.

SINOPSE_A Bengala- Trata-se de uma reflexão acerca da vida, do ter ou não ter, do aproveitar o presente como se não houvesse amanhã. Fazendo uso de piadas subtis e de personagens aparentemente ingénuas, numa ambiência pautada por angustiante ironia, a respetiva encenação procura entrecruzar alguns conflitos sociais, pondo a nu diversas frustrações humanas.

 

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