Póvoa de Lanhoso, Sociedade

Póvoa de Lanhoso disponível para valorizar Romarias

II Encontro das Romarias do Minho 1O Centro de Interpretação Maria da Fonte foi o local escolhido para acolher o II Encontro das Romarias do Minho, que se realizou no passado dia 30 de setembro, e que foi orientado pelo Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Armando Fernandes.

“Este Encontro é importante para valorizar a região através das romarias e das redes de museus. Precisamos de valorizar o que temos de melhor e que é o património imaterial. Mas para isso precisamos de inventariar”, referiu, de entre outras considerações, o Vereador Povoense, que propôs a constituição de um grupo de trabalho. “É importante a participação das CIM’s, entidades que deverão ser, além das direções regionais, os grandes motores de valorização do nosso património”, considerou ainda. Na Póvoa de Lanhoso, a Romaria de Nossa Senhora de Porto d’Ave, no primeiro fim-de-semana de setembro, e as Festas Concelhias em honra de São José, cujo ponto alto é no dia 19 de março, são as principais romarias no concelho.

A Póvoa de Lanhoso recebeu esta reunião, em que participaram cerca de 30 pessoas em representação das Câmaras Municipais da Póvoa de Lanhoso, de Arcos de Valdevez, de Ponte da Barca, de Braga, de Famalicão, de Amares, de Vieira do Minho, de Ponte de Lima, e de outras entidades como a Confraria de Nossa Senhora de Porto d’Ave, a Entidade Regional de Turismo, as CIM’s do Ave e do Cávado e a Direção Regional de Cultura do Norte. A Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Gabriela Fonseca, também esteve presente.

Esta reunião começou com a visualização de um vídeo sobre a Romaria e a Confraria de Nossa Senhora de Porto D’Ave. O Encontro decorreu no auditório do Centro Interpretativo Maria da Fonte, inaugurado no passado dia 25 de setembro.

O objetivo destes Encontros é valorizar as romarias do Minho como atrativo da região. A necessidade de evitar a deturpação das romarias, uma herança que nos foi legada; a necessidade de criar sinergias, até na partilha de custos; a necessidade de registar e inventariar todo este património imaterial e material; e a possibilidade de criação de um roteiro das romarias foram alguns dos aspetos abordados. O próximo Encontro está marcado para Vieira do Minho, no início do próximo ano.

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