Cultura, Montijo

Artes Plásticas no Montijo em livro

livro artes plasticas_1As Artes Plásticas no Montijo – Passado e Presente é o título do 14.º volume da Coleção Estudos Locais. O livro, da autoria de Margarida Calado e João Pedro Regatão, foi apresentado no dia 22 de agosto, no auditório da Galeria Municipal do Montijo.

No 30.º aniversário da cidade, o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, salientou a importância da coleção Estudos Locais: “sem a persistência nesta cooperação com a editora Colibri, o panorama cultural do Montijo estaria mais pobre. É com satisfação que a câmara mantém esta parceria fundamental”.

“Fomos criando, nos últimos anos, uma corrente de afetos e cumplicidades com a comunidade assente nas artes plásticas, quer pelas inúmeras exposições em edifícios e espaços municipais, quer pela Bienal de Artes Plásticas – Prémio Vespeira. Também a arte pública tem enriquecido e valorizado a cidade”, acrescentou o autarca.

Margarida Calado felicitou a Câmara Municipal do Montijo pela “política cultural que tem desenvolvido com esta atividade editorial que leva ao registo do património”, incentivou a autarquia a criar um espaço para divulgar o seu vasto acervo e a fazer renascer as Bienais de Arte.

João Pedro Regatão abordou a questão da arte pública existente no concelho, afirmando que “até ao final dos anos 90 havia uma escassez de arte pública no concelho. A partir dessa data, existiu a preocupação de criar peças propositadamente para o Montijo de acordo com a sua história e cultura”.

Neste livro, os autores abordam as artes plásticas no Montijo desde o século XVI até à atualidade. Os retábulos e a pintura religiosa, o azulejo e as artes decorativas, o colonato e a arquitetura religiosa, o Cinema-Teatro Joaquim d’ Almeida, a escultura e pintura de Artur Bual, a arte pública no Montijo, a Galeria Municipal ou o Prémio Vespeira são alguns dos temas focados.

A coleção Estudos Locais pretende dar a conhecer diversificados estudos alusivos à cultura local, desde os tempos mais longínquos à atualidade, na convicção de estar a contribuir para a valorização da cultura montijense e, igualmente, para o desenvolvimento da cultura regional e nacional.

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