Montijo, Sociedade

Novo Cais dos Pescadores no Montijo

DSC_0050 (Large)O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, anunciou na sessão pública da Câmara Municipal do Montijo do dia 18 de Março, que o novo cais dos pescadores obteve a licenciamento das entidades responsáveis pelo ordenamento ribeirinho.

Em questão está um investimento de meio milhão de euros financiado pelo programa PROMAR, o Programa Operacional Pesca 2007-2013, co-financiado pelo Fundo Europeu das Pescas (FEP).

“A cidade do Montijo há muito que carece de um cais para apoio aos pescadores e às suas famílias na frente ribeirinha”, afirmou Nuno Canta  explicando que a localização “na ponta do muro a jusante do cais dos vapores” encontrava-se sujeita a licenciamento das entidades responsáveis pelo ordenamento ribeirinho, no caso, a Administração do Porto de Lisboa, a Agência Portuguesa do Ambiente e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região de Lisboa e Vale do Tejo.

“ Durante dois anos e meio foram realizadas diversas diligências com vista ao licenciamento da construção do cais num combate longo e difícil, mas que teve, no passado dia 16 de Março, uma vitória. Finalmente foi dado o parecer e licença à localização do novo Cais dos Pescadores do Montijo” afirmou o presidente.

O autarca sublinhou que o objectivo fundamental deste investimento “não será apenas o construir um porto, mas sim o de dar melhores condições de trabalho, desde logo, aos pescadores do Montijo”.

 

A nova infra-estrutura portuária disponibiliza uma rampa de varadouro, dedicada à manutenção e reparação de embarcações, um terrapleno de cerca de 5.000 m2, a construção de sete casas de apresto e apoio, um espaço com mais de 65 metros para a atracação diária de embarcações, garantindo melhores condições de segurança e operacionalidade à actividade piscatória tradicionalmente desenvolvida na cidade.

 

Nuno Canta finalizou a sua declaração afirmando que o novo cais assume-se “ não apenas como uma obra para fortalecer as condições da actividade da pesca, mas como uma obra que abre novos horizontes, novas potencialidades, para actividades relacionadas com a náutica ribeirinha”.

 

 

 

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