Educação, S. João da Madeira

Seminário escolar sobre reciclagem do óleo alimentar usado em S. João da Madeira

O seminário “A Problemática dos Óleos Alimentares Usados” assinala antecipadamente em S. João da Madeira o Dia Mundial da Água, que se comemora a 22 de março. Essas sessões estão programadas para as escolas Dr. Serafim Leite (10 de março, às 14h30) e João da Silva Correia (13 de Março, às 10h00).

“Educação Ambiental, uma prioridade nas Escolas Sanjoanenses”, “Implicações na Gestão de coletores e Sistemas de Tratamento” e “Poluição de Recursos Hídricos e a Reciclagem como alternativa” são os painéis temáticos agendados, que serão assegurados, respetivamente, por Vera Neves, técnica de Ambiente da Câmara, Sílvio Fernandes, responsável de exploração da ETAR do Salgueiro/Luságua, e Sandra Tavares, Coordenadora Nacional do Projeto Vela por Óleo.

 

Transforma óleo em velas ecológicas

Cada um dos seminários, com duração aproximada de 60 minutos, encerra com uma demonstração da transformação do óleo alimentar usado em velas ecológicas aromatizadas, um exemplo de aproveitamento que tem sido divulgado nas escolas sanjoanenses no presente ano letivo.

Verifica-se que a demonstração de todo o ciclo do óleo e a oportunidade que é dada aos alunos de assistirem à reciclagem in loco estão a resultar num aumento significativo dos quantitativos de óleo alimentar usado recolhido nas escolas, em consequência da separação deste resíduo nas habitações das crianças.

 

Poluição da água

O que se pretende é sensibilizar os mais novos – e, através deles, as suas famílias – para comportamentos ambientalmente prejudiciais como seja, por exemplo, o despejo do óleo alimentar usado no lava-loiça. É que a deposição desse resíduo nos sistemas coletivos de águas residuais constitui um sério problema a diversos níveis.

A sua acumulação de óleo alimentar nas redes coletoras, nas estações elevatórias e nas estações de tratamento de águas residuais prejudica o ambiente e também provoca entupimentos que, no limite, podem levar à descarga de águas residuais para os meios recetores, a que acrescem os custos com as ações de limpeza e desobstrução, levadas a cabo nos intercetores e estações elevatórias e de tratamento.

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