Castro Marim, Cultura, Vila Real de Santo António

Eurocidade do Guadiana reúne uma centena de artistas em defesa das vítimas de Fukushima

Cartaz_Exposição «My Fukushima»A Eurocidade do Guadiana recebe, entre os dias 6 de março e 5 de abril, a mega exposição internacional de arte «My Fukushima». A mostra reúne perto de uma centena de artistas de todo o mundo que criaram as suas obras a partir de textos da obra homónima do poeta japonês Taro Aizu, cujas vendas do livro revertem para as crianças com cancro vítimas do acidente nuclear de Fukushima (Japão), em 2011.

A exposição internacional conta com diversas performances artísticas, desde instalações, fotografia e pintura, e pretende servir de alerta para os perigos da energia nuclear e para a necessidade de ajudar e salvar as suas vítimas.

Países como Portugal, Espanha, Israel, Arménia, Rússia, Japão, Alemanha, México, Brasil, Holanda, França, Argentina e muitos outros fizeram questão de marcar presença num contributo artístico, técnico e, sobretudo, solidário que se consubstancia em «My Fukushima».

A iniciativa chega às localidades de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Ayamonte pela mão da associação «Peace and Art Society», presidida pelo cineasta Paulo Duarte Filipe, uma coletividade de caráter internacional sediada em Faro e composta por artistas e cidadãos ativos que têm estado a levar esta mostra a diversos pontos do Algarve, desde a sua capital à interior aldeia de Cachopo.

Com o objetivo de ampliar o envolvimento das populações, a mostra será inaugurada, em simultâneo, no dia 6 de março, nos três municípios da Eurocidade do Guadiana, promovendo a coesão cultural das três localidades raianas.

Em Vila Real de Santo António, a exposição será inaugurada no Centro Cultural António Aleixo, às 10h00. Às 12h00 (hora portuguesa), a mostra abre portas na Casa Grande, em Ayamonte (Espanha), enquanto Castro Marim fará a sua inauguração na casa do Sal, às 15h00.

Este momento será composto por diversos apontamentos artísticos, que serão acompanhados por uma visita guiada às dezenas de obras.

Para estimular a adesão da sociedade civil à causa associada à exposição, a organização está igualmente a apelar à participação de todos os artistas locais, que poderão juntar-se a esta iniciativa através da escolha de um poema de Taro Aizu, o qual dará origem a uma criação artística posterior.

A obra desenvolvida – de caráter voluntário – deverá ser acompanhada da impressão, em formato A4, do poema inspirador, devendo ser entregue no local de exposição uma semana antes do evento.

Para envolver os mais novos, a exposição vai estar igualmente patente no Mundialito de Futebol Infantil, que irá decorrer em VRSA e Ayamonte, entre os dias 28 de março e 5 de abril.

Entre março e abril serão vários os momentos culturais produzidos no âmbito de «My Fukushima», no espaço da Eurocidade do Guadiana, cuja agenda completa pode ser consultada em https://www.facebook.com/events/587091554768185/

A produção de «My Fukushima» conta com a parceria das associações Artnations (Alemanha) e Gogyoshi Art Project International (Holanda), o que permite a promoção mundial do evento, cuja divulgação online já supera os dez milhões de visualizações.

Esta exposição esteve já patente em vários países, nomeadamente Brasil, Holanda e Alemanha. Depois da Eurocidade, «My Fukushima» vai passar ainda por Alcoutim e pela Costa Vicentina e tem já agenda marcada para a Coreia do Sul, em agosto, com residência no Haegeumgang Theme Museum (Coreia do Sul), museu que recebe uma média de mil visitantes por dia.

 

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