S. João da Madeira, Sociedade

“De que precisam as marcas para sobreviver​?” – conferênci​a em S. João da Madeira

Museu da Chapelaria - Unhas Negras (1)O ciclo “Industrial – Uma cidade em 30 anos” prossegue nesta quinta-feira, 23 de outubro, às 21h30, no Museu da Chapelaria, em S. João da Madeira. Depois de conferências dedicadas à Economia, ao Design e ao Desporto, é agora chegada a vez de se procurarem respostas para a pergunta: “De que precisam as marcas para sobreviver?”.

Com moderação de Suzana Menezes, chefe da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de S. João da Madeira, a conferência – com entrada gratuita – terá como convidados o designer Paulo Marcelo e o administrador da Fábrica de Lápis Viarco, José Miguel Vieira

Neste ano de 2014, S. João da Madeira assinala o 30.º aniversário da sua elevação a cidade, que se concretizou a 16 de Maio de 1984. No âmbito destas comemorações, a Câmara Municipal lançou o ciclo “Industrial”, comissariado pelo jornalista sanjoanense Amílcar Correia. Conferências, música, exposições e cinema fazem parte do programa que se prolonga até perto do final do ano.

A ideia que está na base do ciclo “Industrial” é refletir sobre a história de S. João da Madeira – em especial das últimas três décadas – e abrir janelas sobre o futuro da cidade.

No âmbito deste ciclo comemorativo, encontra-se patente até 5 de novembro, na galeria dos Paços da Cultura de S. João da Madeira, uma exposição de pintura de José Emídio. Até dezembro, é também possível visitar a exposição “Marcas da Memória”, constituída por três núcleos dedicados a outras tantas marcas históricas de S. João da Madeira e divididos por diferentes espaços da cidade: “Sanjo”, no Museu da Chapelaria; “Oliva”, na Oliva Creative Factory; “Viarco”, na Fábrica de Lápis Viarco.

“Marcas da Memória” foi inaugurada no dia 11 de outubro, data em que se realizou, na Casa da Criatividade”, um concerto inserido neste ciclo Industrial, com os Sensible Soccers e os Prana, bandas incontornáveis do panorama musical sanjoanense, cujo reconhecimento vai já muito para além da cidade e da região.

 

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