Amadora, Cultura, Sociedade

Concertos ao ar livre marcam as Festas da Cidade da Amadora

sergio_godinhoAs Festas da Amadora continuam a marcar com uma programação abrangente e culturalmente apetecível. Os concertos ao ar livre são já uma referência e este ano não será diferente. As Ondas da Lusofonia, A Naifa e Sérgio Godinho irão com certeza aquecer as noites que se adivinham mais frias nos próximos dias.

 

Ondas da Lusofonia

12 de setembro – 21.30h

Uma programação especial, para uma cidade especial. Com o objetivo de celebrar a multiculturalidade de que é feita esta cidade, juntamos diversas vozes do universo lusófono para celebrar a língua portuguesa e festejar as diferentes culturas que dão cor à Amadora. Assim, no dia 12 de setembro, sobem ao palco:

Angola – Gerson Marta | Brasil – Jefferson Negreiros | Cabo Verde – Dany Silva e Rolando Semedo | Guiné-Bissau – Karyna Gomes | Moçambique – Costa Neto

 

A Naifa

13 de setembro – 21.00h

Após o sucesso alcançado pelo quarto trabalho de originais, “não se deitam comigo canções obedientes” – distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores com o Prémio Autores para Melhor Disco de 2012 – A NAIFA está de regresso aos álbuns.

“As Canções d’A NAIFA” surge como o encerrar de um ciclo. Como tal, é um disco diferente dos quatro anteriores, estas canções são originais de outros artistas que A NAIFA sentiu como suas e que foi tocando ao vivo durante os seus quase 10 anos de existência.

Nele podem ouvir-se “Sentidos Pêsames” (GNR), “Subida aos Céus” (Três Tristes Tigres), “Bolero do Coronel Sensível que fez Amor em Monsanto” (Vitorino), “Alfama” (Mler If Dada), “A Tourada” (Fernando Tordo), “Libertação” (Amália Rodrigues), “Imenso” (Paulo Bragança), “Desfolhada Portuguesa” (Simone de Oliveira), “Inquietação” (José Mário Branco).

Nove canções que fazem parte da história d’A NAIFA, nove canções que ganharam nova vida durante as várias tours que a banda realizou na década passada e que agora chegam ao registo fonográfico.

 

Sérgio Godinho

13 de setembro – 22.45h

“Liberdade” é de todas as palavras e conceitos que uso na minha vida, e por arrasto nas canções, a que mais acarinho e que mais defendo, aquela que dá ao norte a sua bússola. (Sérgio Godinho)

Em “Liberdade”, Sérgio Godinho revê, através do seu repertório, os quarenta anos do Portugal democrático. Desde a música empenhada, bandeira de causas e consciência social, ao diário íntimo e plural, uma visão de nós próprios a partir do trabalho de um dos mais importantes criadores de imaginário destas últimas quatro décadas.

Toda a programação em www.cm-amadora.pt.

 

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