Celorico de Basto, Sociedade

Celorico de Basto aderiu, pelo 2º ano consecutivo, à campanha nacional da prevenção dos maus tratos na Infância

108685-cartaz v4A campanha de sensibilização com o slogan “Proteja os seus… Não maltrate… Cuide!” esteve patente nas plataformas publicitárias de Celorico de Basto durante todo o mês de abril.

A Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco tem vindo a assinalar abril como mês da prevenção dos maus tratos na infância lançando o repto às Comissões de Proteção de Crianças e Jovens para aderirem à causa a nível concelhio. Celorico de Basto aderiu com uma mensagem clara e objetiva com o intuito de sensibilizar a população para a problemática.

Este ano a campanha desenvolvida em Celorico de Basto incidiu no slogan “Proteja os seus…Não maltrate… Cuide!” e seguiu a linha orientadora da causa defendida com a inclusão do laço azul, símbolo que assinala a prevenção dos maus tratos na infância. Uma ação que teve início nos Estados Unidos da América, por Bonnie Finney, em homenagem ao neto falecido vítima de maus tratos.

A campanha de sensibilização junto da população para esta problemática esteve nas ruas do concelho durante todo o mês de abril, divulgada nas plataformas publicitárias existentes na sede do concelho e polos urbanos, refira-se que a divulgação foi feita através de mupis, cartazes, site oficial do município e fecebook.

A CPCJ aderiu a esta campanha com intuito de sensibilizar a população para que esta adote comportamentos que favoreçam o crescimento saudável das crianças, possibilitando-lhes um desenvolvimento físico e emocional adequado.

O papel da CPCJ prende-se com a prevenção das situações de perigo, mas também com a promoção e proteção dos direitos das crianças. Visa, sobretudo, proteger as crianças e jovens que se encontram em situação de perigo como abandono, negligência, absentismo/abandono escolar, maus tratos físicos, maus tratos psicológicos/abuso emocional, abuso sexual, prostituição infantil, pornografia infantil, exploração do trabalho infantil, exposição a modelos de comportamento desviantes (violência doméstica, alcoolismo, etc.), uso de estupefacientes, entre outras. Salienta-se que qualquer cidadão que tenha conhecimento de alguma situação de perigo tem o dever de comunicar a situação à CPCJ, a entidades com competência em matéria de infância e juventude ou mesmo entidades policiais e judiciais.

É de referir que a CPCJ de Celorico de Basto terminou o ano de 2013 a acompanhar 123 crianças e jovens em situação de perigo, tendo como problemáticas dominantes a negligência (a nível de acompanhamento educativo, saúde, ausência de cuidados de higiene, entre outros) e a exposição a modelos de comportamento desviantes, particularmente associada a episódios de violência doméstica e alcoolismo.

 

 

 

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