Economia, Marinha Grande

Empresas “gazela” na Marinha Grande

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) divulgou na última segunda-feira, 3 de fevereiro, que têm sede no concelho da Marinha Grande três empresas “gazela”, no final de 2013.

 

Os dados agora divulgados, e com os quais a Câmara Municipal se congratula, resultam de um estudo que a CCDRC elaborou, pelo segundo ano consecutivo, com vista ao apuramento das empresas “gazela” existentes na Região Centro.

 

Relativamente ao concelho da Marinha Grande, são apontados como casos a Ecocil, Unipessoal Lda e a Yudo EU, SA, não sendo dada a identificação da terceira empresa diagnosticada no estudo.

 

Foi possível apurar a existência de 47 empresas “gazela”, distribuídas por 29 dos 100 municípios da Região Centro. Mais de 55% destas empresas encontram-se concentradas em atividades de comércio (21,3%), indústria transformadora (19,1%) e transportes e armazenagem (14,9%).

 

O volume de negócios das empresas gazela da região Centro cresceu 508%, entre 2009 e 2012, “comprovando que mesmo em anos de dificuldades estas conseguem continuar a expandir as suas atividades”, sendo que estas 47 empresas faturaram 31 milhões de euros em 2009 e 186 milhões de euros em 2012 e tiveram um crescimento médio anual de 83%.

 

São também geradoras de um número muito significativo de postos de trabalho, pois quadruplicaram a quantidade de colaboradores entre 2009 e 2012, gerando por via disso mesmo a criação de mais de mil novos postos de trabalho.

 

O conceito de empresa “gazela” assumido internacionalmente corresponde a “empresas jovens e com elevados ritmos de crescimento, sustentados ao longo do tempo”.

 

Segundo a CCDRC, correspondem a “organizações inovadoras, capazes de se posicionarem de forma diferenciadora nos mercados, onde afirmam a sua competitividade e constroem sucesso a um ritmo acelerado, contribuindo fortemente para a criação de postos de trabalho”.

 

Elas representam “uma pequena percentagem do universo empresarial, mas cada uma delas «vale ouro», pois apresentam ritmos elevados de crescimento (acima de 20% ao ano) e de geração de postos de trabalho, mesmo em tempos de estagnação das economias.

 

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