Cultura, S. João da Madeira

“24 horas de Teatro” na Casa da Criatividade em S. João da Madeira

24 horas de teatro - imagem promocionalDepois de Nova Iorque e Londres, é a vez de Portugal receber a iniciativa “24 horas de Teatro”, na Casa da Criatividade, em S. João da Madeira. Quando a um grupo de escritores, encenadores, atores profissionais e amadores são dadas apenas 24 horas para criar, produzir e ensaiar diversas peças de teatro, culminando com a sua apresentação em palco, o resultado é surpreendente.

 

O público vai poder assistir ao resultado desse trabalho no sábado, 8 de fevereiro, às 21h30. Os bilhetes para essa apresentação final (para maiores de 16 anos) podem ser adquiridos na internet (http://cmsjm.bilheteiraonline.pt/), lojas FNAC, CTT, C.C. 8.ª Avenida (Worten) El Corte Ingles, Paços da Cultura e Casa da Criatividade.

Tendo em vista esse espetáculo, tudo começa às 22h00 de sexta-feira (7 de fevereiro). A partir desse momento há apenas 24 horas para escrever, produzir e encenar as peças de teatro. E os ensaios propriamente ditos só começam mesmo às 10h00 da manhã de sábado, dia da apresentação final.

Peças que ainda não existem…

 

Como explica o diretor artístico da Casa da Criatividade, Fernando Pinho, nesta inovadora iniciativa “não há nada definido de antemão” já que é tudo criado na hora”. A imprevisibilidade das “24 horas de Teatro” fica bem patente no facto de as peças que vão ser representadas ainda não existirem, pois “só vão ser criadas na madrugada do próprio dia em que sobem ao palco”.

 

Aos atores, que não se conhecem, é pedido que tragam um adereço e que contem a história por trás dele. Esse é o ponto de partida para o trabalho dos escritores participantes, que vão criar, entre a meia-noite e as 6h00 da manhã, peças originais, de dez minutos cada.

 

Depois, segue-se a intervenção dos encenadores que dão o impulso determinante para que atores e textos se encontrem em palco para “um dos exercícios de criatividade mais incríveis a que se pode assistir na área das artes performativas”, sublinha Fernando Pinho.

 

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