Cultura, Évora

Câmara Municipal de Évora acolhe sessão de apresentação de livro de poesia

Livro_Temporal_Filipe Chinita“Deste Temporal de (Te) Amar” é o título da obra poética que Filipe Chinita dá a conhecer em Évora, no próximo dia 30 de Janeiro, pelas 18:30, no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho. A sessão irá contar com uma apresentação do livro feita por Eduardo Luciano, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Évora, e com declamações dos seus poemas feitas pelo actor de teatro amador José Lourido e pela poetisa alentejana Maria José Lascas.

Neste livro, escrito em 1977, o autor traz o amor, a saudade, a solidão, os sonhos e visão do mundo de um jovem de 21 anos, para a poesia. Género literário de eleição de Filipe Chinita, que nasceu em 1955 em Montemor-o-Novo, na freguesia de Nossa Senhora do Bispo, e cresceu também nesse concelho, no Escoural.

Na juventude, viveu em França, no início dos anos de 1970, tendo regressado a Portugal em 1974. Em Maio desse ano, em Évora, filiou-se no Partido Comunista Português, e tornou-se revolucionário a tempo inteiro, segundo palavras suas. Uns anos depois, no final da década de 1970, estudou e viveu em Moscovo, na antiga URSS.

De regresso a Portugal, nos anos de 1980, dedicou-se a comprar e vender revistas e livros antigos. Passou a frequentar tertúlias literárias no Bairro Alto, em Lisboa, onde conhece vários escritores e intelectuais, como Michel Giacometti. Trabalhou na organização e promoção de eventos sociais, culturais e desportivos, com várias associações, colectividades, clubes e autarquias. No suplemento cultural do jornal “O Diário” são publicados, também por esta altura, poemas seus.

Durante a década de 1990 trabalhou em marketing, relações públicas, comunicação e design. Com a entrada dos anos 2000, Filipe Chinita voltou ao Alentejo e encetou colaborações com autarquias, como Montemor-o-Novo e Vendas Novas, em actividades de promoção da imagem e cultura desses concelhosMais recentemente, entre outras edições, em 2009, publicou dois livros de poesia, “Gente Povo Todo o Dia”, que conta com um posfácio de Manuel Gusmão, e “Cantata Pranto e Louvor, em Memória de Casquinha e Caravela”.

Pela editora Colibri viu publicados, em 2012, do “Do Tamanho das nossas vidas” e “Deste Temporal de (Te) Amar”.

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