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Tomar já tem um parque fotovoltaico de produção de energia

IMG_3590Foi inaugurado , no Casal dos Cabeços, perto da localidade das Cabeças (União das Freguesias de S. João Baptista e S. Maria dos Olivais), o Parque Fotovoltaico de Tomar, investimento da Reflexos Púrpura, empresa do grupo Infraventus.

Resultado de um investimento superior a 3,7 milhões de euros, o parque conta com uma capacidade instalada de 2.286 KWp, sendo composto por 7.620 painéis solares de 300 Wp cada, num terreno com mais de 8 hectares. Tem capacidade para uma produção anual de 3.693 MWh, o equivalente ao consumo de mais de mil famílias.

Na cerimónia inaugural, a presidente da Câmara Municipal de Tomar, Anabela Freitas, manifestou o seu regozijo pela realização de mais um investimento no concelho, salientando o facto de se tratar de uma central de produção de energias renováveis, o que se enquadra na prioridade da autarquia em garantir um desenvolvimento económico sustentável, tendo frisado a abertura do Município para acolher novos projetos nestas áreas.

O secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, frisou a forma expedita como decorreu todo o processo de instalação deste parque solar, sublinhando igualmente os números recentemente vindos a público que apontam para o facto de 60% da energia eléctrica consumida em Portugal no ano passado ser proveniente de fontes renováveis.

Afonso Proença, presidente do Grupo Infraventus, por seu lado, era um investidor satisfeito. O empresário realçou o modo como em apenas três meses decorreu todo o processo, manifestando o seu regozijo pela celeridade e colaboração das várias entidades envolvidas, desde a Direção-Geral de Energia à Câmara Municipal de Tomar, a EFACEC ou a EDP.

Nesta cerimónia estiveram ainda presentes, entre representantes de outras entidades, o presidente da Assembleia Municipal de Tomar, José Pereira, os vereadores Rui Serrano e  Hugo Cristóvão, bem como o presidente da Junta de Freguesia, Augusto Barros.

Tomar, que foi uma cidade pioneira em Portugal na produção de energias limpas, com a central elétrica da Levada ainda no século XIX, e desde há mais de meio século acolhe uma das maiores hidroelétricas do país, volta assim a afirmar-se como um concelho onde a sustentabilidade é palavra de ordem.

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