Baião, Sociedade

Medalha de ouro do município consagra meio século de história dos bombeiros voluntários de Baião

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baião foi presenteada, na tarde de 24 de Novembro, com a Medalha de Ouro do Município de Baião e com uma forte salva de palmas, durante uma sessão da Assembleia Municipal.

A distinção surge por alturas do 50º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Baião e foi entregue aos membros da direção da associação e ao comandante do corpo ativo, após uma deliberação camarária unânime.

“O movimento associativo é uma das maiores riquezas do concelho de Baião, graças ao seu forte dinamismo e à capacidade que têm de integração e de formação dos cidadãos. São a emanação do espírito solidário do concelho”, referiu, na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro.

Em particular, o autarca classificou as associações de cariz humanitário como sendo merecedoras de um reconhecimento especial. “Estas entidades prosseguem finalidades de serviço público, pois visam garantir a salvaguarda e a segurança de pessoas e bens e o bem-estar da comunidade. Fazem-no, concretamente, em situações de proteção civil, no transporte de doentes ou por ocasião de sinistros”, observou.

Em nome da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baião, o presidente da direção Augusto Freixo enalteceu o “momento de júbilo” da vida da associação.

“Esta é a prova do trabalho levado a efeito, ao longo destes cinquenta anos, pelos homens e mulheres que integraram os quadros diretivos, de comando e o corpo ativo”, nomeando a medalha recebida como sendo a “principal de entre todas as que receberam no cinquentenário da associação”.

Augusto Freixo dirigiu, ainda, um apelo à Câmara Municipal de Baião, para que no momento de dificuldades vivido pelas corporações de bombeiros possam a autarquia possa continuar a ajudar “as associações humanitárias do concelho como o tem feito até aqui, para que em conjunto consigamos ultrapassar esta desgraça que se instalou no país, não pondo em risco, em momento algum, a vida e os haveres, dos baionenses”.

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