Cultura, Felgueiras

Felgueiras festejou a cultura no 1º aniversário da Casa das Artes

Um ano depois da abertura, a Casa das Artes de Felgueiras é um exemplo de sucesso no que à cultura de respeito.
O teatro, a música, a dança deram vida a um dos locais mais emblemáticos da cidade. Ao longo do último ano, muitos foram os artistas que passaram pela Casa das Artes, mostrando o que de melhor se vai fazendo no país.
Para assinalar o primeiro ano de existência do espaço cultural, marcaram presença Eunice Muñoz, Ruy de Carvalho e Diogo Infante.

O presidente da Câmara Municipal, Inácio Ribeiro realçou a atividade cultural que este novo espaço tem tido ao longo de 366 dias e, deu especial atenção às entidades culturais locais que têm proporcionado aos felgueirenses uma grande diversidade cultural: “ Por este palco passaram escolas, associações, artistas individuais da terra e vários artistas reconhecidos. Hoje é o dia de reconhecimento do trabalho cultural desenvolvido por todos”.

O autarca mencionou que no palco daquela sala: “ foram apresentados 120 espetáculos e passaram por cá 16 mil pessoas”.

Inácio Ribeiro motivou toda a população a frequentar mais aquele espaço cultural: “Felgueiras dispõe agora de uma sala de espetáculos fantástica, temos procurado promover a nossa cultura e proporcionar-vos, na vossa terra, espetáculos que só podiam ver noutros concelhos. Passem por cá, porque a agenda cultural é feita a pensar em vós”.

A Casa das Artes para comemorar a cultura, e como forma de incentivo às entidades culturais locais decidiu criar e atribuir três prémios que as distinguem pela sua atividade dinamizadora da cultura e congregadora das diversidades. Os prémios são: (Prémio Eunice Muñoz; Prémio Ruy de Carvalho e Prémio Fonseca Moreira).

Eunice Muñoz felicitou a Casa das Artes pelo “seu contributo à cultura em Felgueiras” e atribuiu o prémio com o seu nome à Escola Secundaria Felgueiras pela peça   “Felizmente há luar” e ao Conservatório Música de Felgueiras pelo espetáculo denominado “Quasifonzo”.

Ruy de Carvalho sublinhou que o palco do Teatro Fonseca Moreira é muito especial para ele e destacou o empenho da autarquia em prol da cultura: “Foi neste teatro que o meu filho pisou um palco pela primeira vez, pela mão de Vasco Santana.

Sr. presidente, é um prazer enorme estar aqui a comemorar o teatro e a cultura”, concluiu.

Ruy de Carvalho atribuiu o prémio com o seu nome ao Grupo de Teatro MACPIREMO   pela representação da peça “Missão de Jesus, O Nazareno” e ao Grupo Teatro Maça Vermelha que representou    “A menina dos sapatos de corda”.

O prémio Fonseca Moreira foi entregue ao Grupo de Teatro da Paróquia da Pedreira que interpretou  “ O tempo não espera” e ao Grupo de Teatro Casa do Povo da Longra  pela sua representação de “A máquina do tempo”.

As comemorações terminaram com a apresentação da peça “Preocupo-me, Logo Existo” protagonizada por Diogo Infante, seguindo-se um momento de convívio e degustação do bolo de aniversário, no Café Concerto.

 

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