Educação, Évora

Centenário da escola “João José Perdigão” na Azaruja em Évora

A Escola “João José Perdigão” EB1 da Azaruja assinala este mês um centenário de existência e para o próximo dia 29 de Setembro, sábado, a Câmara Municipal de Évora, a Junta de Freguesia de S. Bento do Mato e Agrupamento de escolas n.º4 – escola EB1 João José Perdigão têm preparado um programa de comemorações dirigido à população para assinalar a efeméride.

O programa das comemorações inicia-se às 10 horas, com uma sessão de evocação do benemérito João José Perdigão, seguindo-se a inauguração da exposição “Memórias de uma escola centenária” com trabalhos realizados pelos alunos. A finalizar o programa terá lugar uma homenagem à Digm.ª Professora Maria Peregrina Mósca da Silva, com uma cerimónia religiosa que assinalará o seu centenário do seu nascimento, organizada pelos seus Familiares.

A conduta social e as qualidades pessoais fizeram de João José Perdigão uma figura incontornável na história recente da sociedade azarujense e eborense. Bem conhecidas, e reconhecidas, que são ainda hoje as suas ações beneméritas, destacando-se, entre essas, o auxílio a instituições de beneficência, muitas vezes traduzido na doação de avultadas quantias em dinheiro, e as contribuições dadas para obras de interesse público, na Azaruja e em Évora. Na Azaruja, entre outras pequenas obras, como um lavador público, por volta de 1912, mandou construir de raiz um edifício para instalar a Escola de Instrução Primária, cuja obra custou 15 mil réis, e depois ofereceu-o às entidades oficiais, sendo a Escola inaugurada a 29 de Setembro de 1912.

No mês e no ano em que a Escola João José Perdigão, da Azaruja, celebra o seu centenário, também Maria Peregrina Mosca Ramos da Silva, que ali lecionou durante 40 anos, faria 100 anos. Ela foi uma das professoras que mais marcou a vida da instituição “Esta escola é para mim um lugar iluminado que me enriqueceu ao ponto de nunca me sentir só… e de olhar o saldo da minha vida como positivo” e “A Casa onde passei a minha vida e mocidade”, é desta foram que Maria Peregrina se referia à Escola da Azaruja.

 

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