Marinha Grande, Sociedade

Câmara da Marinha Grande lança desafio para soluções de decoração das rotundas na Estrada do Guilherme

A Câmara Municipal da Marinha Grande reuniu com responsáveis da CEFAMOL – Associação Nacional da Indústria de Moldes e do ISDOM – Instituto Superior Dom Dinis, nos dias 26 e 27 de julho, para conhecer as propostas para as soluções de decoração das novas rotundas na Estrada do Guilherme.

 

As propostas foram desenvolvidas por docentes e alunos do curso de Design daquela instituição de ensino superior da Marinha Grande, ao abrigo do protocolo de colaboração existente entre a autarquia e o ISDOM.

 

O repto foi lançado pela Câmara Municipal, para que fossem desenvolvidos estudos para o embelezamento das rotundas implantadas na Estrada do Guilherme, que constitui o principal acesso à Zona Industrial da Marinha Grande e assegura uma das principais ligações não só à Autoestrada A8 como a sul com a Maceira.

 

Foram dadas como premissas o facto de serem rotundas que se constituem como porta de entrada no concelho e de estarem localizadas numa área de grande dinamismo industrial, fortemente marcada pela existência de empresas de moldes.

 

Para um território que é atualmente um centro tecnológico de excelência essencialmente potenciado pela indústria de moldes, as criações fazem alusão inevitável a esse setor tão marcante na economia do concelho.

 

As propostas foram apreciadas pelo presidente Álvaro Pereira, pelo vice-presidente Paulo Vicente, por técnicas da Câmara e representantes da CEFAMOL, que elogiaram o resultado final. Entre os trabalhos apresentados, foram selecionados três projetos com vista à sua execução.

 

Recorde-se que, segundo dados da CEFAMOL, “Portugal ocupa um lugar cimeiro, a nível mundial, no âmbito da indústria de moldes para plásticos”. Cada vez mais, grandes multinacionais (indústria automóvel, embalagem, eletrónica/telecomunicações, eletrodomésticos, etc.) selecionam empresas nacionais para o fabrico dos seus moldes, destinados a alguns dos melhores produtos de grandes marcas internacionais.

 

A sua escolha baseia-se na “perícia e experiência dos fabricantes de moldes portugueses, ao nível das normas de qualidade, assistência técnica, prazos de entrega, preços praticados e capacidade tecnológica”.

 

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