Lamego, Sociedade

Cruz Vermelha Portuguesa abre nova delegação em Lamego

Os voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa que regularmente colaboram nos serviços prestados por esta instituição passaram a dispor de uma nova “casa” em Lamego, situada no Bairro de Alvoraçães, um espaço onde antes funcionava um jardim de infância municipal. A abertura das instalações da nova delegação local, apenas foi possível após a Cruz Vermelha e a Câmara Municipal de Lamego terem efetuado uma permuta de dois locais de que eram proprietários. Esta cedência prevê que o espaço que anteriormente albergava a Cruz Vermelha de Lamego receba em breve a ampliação do jardim de infância O Pintinhas de modo a proporcionar melhores condições de aprendizagem às crianças.

A nova sede, uma das 174 espalhadas pelo país, foi inaugurada durante uma cerimónia pública que contou com a presença de Francisco Lopes, Presidente do Município de Lamego, de Luís Barbosa, Presidente Nacional da Cruz Vermelha, e de Ribeiro da Silva, Presidente do núcleo de Lamego. No final desta sessão, na qual estiveram presentes muitas “pessoas de boa vontade e de reconhecida idoneidade moral que desejam voluntariamente colaborar, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra”, foram entregues aos formandos os certificados dos cursos SPB/ DAE.

Um dos momentos altos do ato solene foi a homenagem pública prestada ao atual e aos antigos dirigentes desta instituição na cidade de Lamego, com a exposição dos seus retratos numa parede das novas instalações. Manuel Guimarães Serôdio, Arlindo Matos, José Rebelo Fernandes e Ribeiro da Silva foram as personalidades homenageadas.

A Cruz Vermelha Portuguesa iniciou a sua atividade em 1865. Desde a sua fundação, por si só ou no quadro do seu movimento internacional, atuou em cenários emergentes de conflitos armados e de desastres e catástrofes nacionais, no território nacional e no estrangeiro. Esta instituição procura prestar, diariamente, assistência humanitária e social, em especial junto das pessoas mais vulneráveis – idosos, dependentes, crianças, vítimas de violência doméstica, pobres, imigrantes, sem abrigo, toxicodependentes, reclusos, pessoas com deficiência, entre outros.

 

Artigo AnteriorPróximo Artigo

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *