Ansião, Cultura

Dia Mundial do Teatro em Ansião

O Teatro OLIMPO, grupo amador que há mais de 15 anos vem promovendo e praticando o bom teatro no concelho de Ansião, levando-o a todo o País, estreia nos próximos dias 31 de março e 1 de Abril a sua nova peça, A Ira dos Deuses.

A Ira dos Deuses baseia-se num texto de Casimiro Simões, que é também o encenador e integra o elenco no papel de rei Teseu. Acompanham-no Sónia Valente, como rainha Fedra, Daniela Neto, como primeira aia, Sílvia Ferrete, como segunda aia, Ricardo Vinagre como príncipe Hipólito e Liliana Sá como sacerdotiza de Atena. Além deste elenco, colaboram ainda Carlos Duarte, responsável pela luminotecnia, e Lartina Mendes, a cargo da sonoplastia.

A Ira dos Deuses é uma farsa, para maiores de 12 anos, com 70 minutos de duração e entrada gratuita, apresentada no centro cultural de Ansião no sábado, 31 de março, às 21h30 e no dia seguinte às 15h30. Uma estreia que acontece por ocasião das celebrações do dia mundial do Teatro e que conta com os apoios do município de Ansião e do INATEL.

 

SINOPSE

Grécia Arcaica: na cidade de Atenas, o ancestral berço da democracia, a sacerdotiza do templo da deusa protetora, augura nuvens negras sobre o futuro da monarquia local…

Apesar de existirem muitas jovens atenienses cheias de atributos e encantos, e de todas sonharem um dia poder tornar-se na esposa do próximo Rei de Atenas, o príncipe Hipólito parece viver na ilusão de uma paixão platónica por uma misteriosa mulher, muito mais velha…

Trata-se de um assunto que motiva preocupações diversas, porque nunca se viu um jovem e pujante príncipe, na flor da idade e herdeiro de um poderoso trono, casar com uma mulher à beira da velhice. Isso poderá implicar, desde logo, problemas de sucessão, porque a noiva certamente já não estará em condições para dar à luz um futuro sucessor.

Pobre Hipólito, logo de início, a sua vida ficou irremediavelmente marcada pela tragédia… Sua mãe morreu no parto. De seguida, seu pai, o Rei Teseu, apressou-se em arranjar-lhe uma madrasta, casando-se com Fedra. E apesar de não ter conhecido a sua verdadeira mãe, Hipólito até afirma nunca ter pensado muito nisso: sempre considerou a madrasta como sendo a sua mãe…

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