Oliveira de Azeméis, Sociedade

Workshop ensina técnicos a controlar plantas invasoras no rio Caima em Oliveira de Azeméis

A gestão e o controlo de plantas invasoras reuniu dezenas de técnicos na freguesia de Palmaz, em Oliveira de Azeméis, no âmbito do projeto de requalificação das margens do rio Caima.
Os trabalhos, sob a orientação de Elizabete Marchante, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, integraram-se no ciclo de workshops associados ao projeto turístico que a autarquia de Oliveira de Azeméis tem em fase de conclusão.
Os técnicos abordaram a gestão e o controlo de plantas invasoras, os seus impactes na Natureza e as técnicas de controlo na área de intervenção da parceria público-privada onde está instalado o hotel rural Vale do Rio e a rede de caminhos e pontes que integram o projeto, uma intervenção comparticipada pelo ON2 – O Novo Norte, Programa Operacional Regional do Norte.
«A questão das plantas invasoras é um tema atual que requer a partilha de informação e estarmos melhor apetrechados para o seu combate», afirmou, na abertura dos trabalhos, o presidente da autarquia de Oliveira de Azeméis, Hermínio Loureiro.
Segundo o autarca, técnicos e entidades com responsabilidades públicas devem estar preparados para «lidar» com a temática através da aprendizagem e do aprofundamento dos conhecimentos pelo que a autarquia encontrou no Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra um excelente parceiro para melhorar o nosso nível de informação».
A existência de espécies infestantes na área de intervenção, onde se destaca a acácia, implicou a limpeza e o abate seletivo de árvores.
O workshop inseriu-se no conjunto de ações do projeto apoiado pelo ON2 cuja intervenção está quase concluída tendo envolvido a construção de uma rede de caminhos para proporcionar ao visitante uma visão geral sobre o rio, passadiços de madeira, pontes pedonais sobre o curso de água, a transformação de antigas lagoas em piscinas biológicas, zonas de fruição e a criação de viveiros florestais.
«É um projeto que se insere na preocupação da autarquia em valorizar as linhas de água, potenciando o turismo e os recursos associados aos rios», afirma Hermínio Loureiro.

Artigo AnteriorPróximo Artigo

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *