Cultura, Póvoa de Varzim

20 anos da “Fé em Deus” Lancha Poveira do Alto – P. Varzim

Na próxima terça-feira, dia 31 de Maio, às 16h00, será apresentado, no Salão Nobre, o sítio da internet e a programação dos 20 anos da “Fé em Deus” Lancha Poveira do Alto.

O programa comemorativo irá incluir viagens para a comunidade escolar local, participação em vários encontros de embarcações tradicionais, organização do 1º Encontro de embarcações tradicionais da Póvoa de Varzim, 2º Encontro da Rede Nacional de Cultura do Mar, iniciativas editoriais e actividades lúdico pedagógicas.

São parceiros da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim na organização das actividades a Sociedade de Geografia de Lisboa, a Marinha Portuguesa e o Clube Naval Povoense.

 

Conforme está publicado no Boletim Cultural Póvoa de Varzim, Volume 42 (2008), num artigo de José Bastos Saldanha: “A ideia da reconstrução de uma lancha poveira do alto nasceu em 1964 num ensaio de Octávio Lixa Filgueiras sobre “O Barco Poveiro”, acima referido, que foi publicado no Boletim Cultural Póvoa de Varzim, ideia que se foi travejando no movimento cultural sublimado por aquele periódico, até que em 1991 pela acção mobilizadora da Manuel Lopes, ao tempo director do Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, a ideia se transformou no Projecto de construção e Navegação da Lancha Poveira do Alto, que recebeu o patrocínio da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Certo simbolismo rodeou a construção, como seja o estaleiro foi improvisado nas velhas instalações do Clube Naval Povoense e os trabalhos foram orientados por um discípulo do último mestre da Póvoa, a qual obedeceu a um projecto museológico que permitiu ao longo de sete meses, passo a passo, acompanhar o nascimento da embarcação e documentá-lo minuciosamente em acervo existente na Biblioteca Municipal, informação que valorizou a reedição póstuma de “O Barco Poveiro” em 1995. A comunidade foi mantida informada sobre a evolução do projecto, mediante a edição de um boletim mensal intitulado Notícias da Lancha…” (p. 144-145)

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