Oliveira de Azeméis, Sociedade

Presidente do Ano Europeu do Voluntaria​do elogia iniciativa​s de Oliveira de Azeméis

O presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis defendeu ser importante «reforçar a solidariedade entre todas as gerações levando-as a participar na ajuda ao próximo».
Segundo Hermínio Loureiro, que presidiu à abertura do programa municipal do Ano Europeu do Voluntariado (AEV), «a escola é fundamental na inclusão de uma mentalidade de doação e generosidade porque é nela que se criam os hábitos de participação cívica».
«O voluntariado é algo que deve ser levado muito a sério», disse Hermínio Loureiro, lembrando que «a comunidade escolar, o movimento associativo, as juntas de freguesia e a rede social tudo farão no sentido da promoção e melhoria da qualidade do voluntariado».
«Somos um concelho com ambição e vontade de ajudar os que menos têm e os que mais precisam», afirmou o autarca, frisando que o AEV será assinalado, até Dezembro, em todas as freguesias do município.
As actividades do Ano Europeu estão concentradas no «Tour do voluntariado», um conjunto de acções de sensibilização para o movimento voluntário.
O programa arranca no dia quatro de Abril na freguesia de Fajões e encerra a dez de Dezembro com a apresentação dos resultados do programa municipal e com a homenagem às Comissões Sociais de Freguesia e grupos de trabalho que deram corpo aos projectos.
«Vamos ter um ano de excelência no que diz respeito ao voluntariado», disse Hermínio Loureiro, defendendo uma «atitude preventiva e não reactiva aos problemas».
«O município contribuirá para a construção de uma sociedade mais voluntária e generosa», garantiu.
A iniciativa da autarquia surpreendeu a presidente nacional do Ano Europeu. «Oliveira de Azeméis foi a primeira, e única, autarquia do país a promover e implementar um «Tour do voluntariado», disse Fernanda Freitas.
Para a jornalista e presidente do AEV, «é importante que todos ouçam falar do voluntariado».
Segundo a vereadora da acção social o programa municipal pretende «constituir-se num veículo fundamental para a criação de uma consciência solidária, de esperança e de vontade».
«É importante que todos os cidadãos fiquem sensibilizados para as acções do voluntariado» afirmou Gracinda Leal acrescentando que «todos somos poucos para essa tarefa».
«Fazer voluntariado é bom para a saúde», disse Dulce Simões, da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
«O voluntário é caracterizado por princípios fundamentais como o da doação, do compromisso, da assiduidade, da disponibilidade e da ética», reforçou a responsável durante o painel de intervenções onde intervieram Carlos Azevedo, da União Distrital das IPSS do Porto, e Olga Resende, da Confederação Nacional do Voluntariado.

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