Cantanhede, Cultura

Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede prossegue com mais três espectáculos

O XIII Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede prossegue com mais três espectáculos no próximo fim-de-semana, dois dos quais no âmbito de uma jornada de intercâmbio entre diferentes colectividades, tal como prevê o programa do certame.

No próximo sábado, dia 12 de Fevereiro, às 21.30 horas, o Grupo de Teatro Cordinha d’Água do Rancho Folclórico “Os Lavradores de Cordinhã” faz a sua estreia na edição deste ano, levando ao palco do Salão da Associação de Instrução e Recreio de Cordinhã a comédia “Arrufos de Namorados” da autoria de Rosa Santos. A história decorre nos anos 1970 e dá conta de duas raparigas que disputam a atenção do mesmo rapaz. Entre outras personagens, somos também apresentados ao Presidente da Câmara e ao Presidente da Junta de Freguesia local, que se envolvem numa espécie de desgarrada em que proferem em alta voz as promessas de medidas que irão tomar e das acções que irão fazer.

Também dia 12 de Fevereiro e à mesma hora, o Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal apresenta, na sede da Associação Recreativa e Cultural 1.º de Maio da Tocha, um scketch e duas pequenas comédias da autoria de Manuel Silva Barreto. “Vamos cortar na casaca” coloca em confronto as figuras do Zé Povinho e da mulher, que, em quadras de espiritualidade mordaz, fazem uma análise contundente à situação política e social do país; “Os fora-da-lei” é uma sátira que coloca em confronto valores tradicionais e questões relacionadas com o casamento de pessoas do mesmo sexo à luz da nova lei portuguesa; a terminar, a reposição de “Isto é volta de bruxedo”, versão actualizada para esta edição do ciclo de teatro, uma farsa sobre as peripécias em torno da actividade de uma bruxa com sortilégios que não produzem os efeitos esperados.

O Grupo de Teatro Amador do Clube União Vilanovense sobe ao palco do Salão da Junta de Freguesia de Cadima para apresentar “Filho Sozinho”, drama em três actos encenado por este grupo cénico e cujo enredo, da autoria de Francisco Ventura, propõe uma reflexão sobre a educação familiar, a partir da angústia de um casalcom um filho único socialmente desintegrado.

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