Cultura, Póvoa de Varzim

Compositor e jornalista apresentam livros na Póvoa de Varzim

Na próxima terça-feira, 16 de Novembro, às 21h30, terá lugar no Diana Bar a apresentação de dois livros: Ao Princípio era Eu, de António Victorino D’Almeida, e Dama de Espadas, de Mário Zambujal, que contará com a participação especial de Aurelino Costa.
Compositor e jornalista encontram-se na Póvoa de Varzim para apresentarem as suas mais recentes obras, ambas publicadas pelo Clube do Autor.
Sinopse de Ao Princípio era Eu
É uma autobiografia de António Victorino D`Almeida, em que dá conta das muitas histórias extraordinárias que viveu em Portugal, Espanha, França, Itália, Croácia, Grécia, Rússia, Moçambique e Brasil e também dos muitos episódios fascinantes que aconteceram nos primeiros trinta e cinco anos da sua vida peregrina, de tantas coisas que nem sequer imaginava possíveis quando, ao princípio, era ele.
Sobre António Victorino d’ Almeida
António Victorino Goulart de Medeiros e Almeida nasceu em Lisboa a 21 de Maio de 1940. Aluno de Campos Coelho, finalizou o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional de Lisboa com 19 valores e diplomou-se em Composição pela Escola Superior de Música da cidade de Viena.
Pianista, compositor e maestro, é ainda autor da adaptação para teatro musicado de A Relíquia, de Eça de Queirós, e realizou o filme A Culpa – primeira longa-metragem portuguesa a vencer um festival de cinema no estrangeiro (Huelva, 1980).
Como escritor, publicou, entre outros, Histórias de Lamento e Regozijo, Coca-Cola Killer, Um Caso de Biografia, Polissário, Tubarão 2000, Memória da Terra Esquecida, O Que é a Música, Toda a Música que eu Conheço (2 vols.), Os Devoradores de Livros e Músicas da Minha Vida.
Escreveu, apresentou e realizou mais de uma centena de documentários culturais para a televisão, foi membro do júri do Concurso de Piano de Moscovo e é actualmente Presidente do Sindicato dos Músicos Portugueses.
 
Sinopse de Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes
Com o seu admirável ritmo narrativo e clareza de escrita salpicada de humor, Mário Zambujal dá-nos a conhecer Eva Teresa, garota de onze anos, e Filipe, rapaz de dezoito, que namora com a irmã, Rosália. Há uma empatia folgazã entre a pequenita e o previsível futuro cunhado. A vida afasta-os quando a família Lucas se instala no Brasil, liquidando o namoro de Filipe com Rosália e ocultando a transição de Eva Teresa de menina para mulher. É por fotos e vídeos que Filipe a revê e, então, os sentimentos alteram-se: o afecto pela criança transforma-se em paixão adulta e ele viaja para o Brasil. Mas acontecerá em Sintra o autêntico reencontro e o início de um romance entrecortado por episódios imprevisíveis que enlaçam mistério e comicidade. Só nas últimas páginas os leitores ficarão a conhecer o desfecho de uma história fértil de surpresas.
No seu estilo inconfundível, Mário Zambujal traz-nos uma obra em que se aliam a vontade de saborear cada passo da trama e o prazer da leitura.
 
Sobre Mário Zambujal
Mário Zambujal estreou-se na literatura em 1980 com a Crónica dos Bons Malandros, um livro que tem cativado sucessivas gerações de leitores adaptado ao cinema por Fernando Lopes. Seguiram-se Histórias do Fim da Rua e À Noite Logo Se Vê. Após um interregno em que produziu textos para televisão, teatro e rádio, regressou aos livros com Fora de Mão (uma colectânea de contos e crónicas), Primeiro as Senhoras, Já não Se Escrevem Cartas de Amor e Uma Noite Não São Dias.
Actual presidente do Clube de Jornalistas, passou pelos ecrãs da televisão e pelas bancas de vários jornais, como redactor de A Bola e O Jornal, subchefe de redacção do Diário de Lisboa, chefe de redacção de O Século e do Diário de Notícias, director-adjunto do Record, director do Mundo Desportivo e dos semanários Se7e e Tal & Qual.

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