Cultura, S. João da Madeira

José Luis Peixoto lança novo livro na Biblioteca de S. João da Madeira

Com o título “Livro”, a mais recente obra de José Luís Peixoto é lançada em S. João da Madeira na terça-feira, 2 de Novembro. A sessão está marcada para as 21h30, na Biblioteca Municipal, e contará com a presença do autor. 

Pela obra passa “a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto”, como se lê em nota divulgada pela editora Quetzal. 

São páginas que confirmam o autor como “um dos principais romancistas portugueses contemporâneos”, com uma “crescente importância no panorama literário internacional”, sublinha a editora, revelando que “através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de ‘Livro’ são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura”.  

Prémios e leitores

em vários países 

Nascido em 1974, em Galveias, Ponte de Sor, José Luis Peixoto é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Inglês e Alemão) pela Universidade Nova de Lisboa. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias traduzidas num vasto número de línguas e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.  

Em 2001, José Luís Peixoto recebeu o Prémio Literário José Saramago com o romance “Nenhum Olhar”, que foi incluído na lista do Finantial Times dos melhores livros publicados em Inglaterra no ano de 2007. O seu romance “Cemitério de Pianos” recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, atribuído ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha em 2007.   

Os seus livros estão publicados em Espanha, Inglaterra, Itália, França, na Finlândia, Holanda, no Brasil, nos Estados Unidos, entre outros países, estando traduzidos num total de 16 idiomas. José Luís Peixoto tem sido destacado na imprensa internacional: “Le Fígaro” já publicou que se trata de “um escritor que levanta bem alto a literatura do seu país”, enquanto no “The Guardian” se sublinhou que o seu dom para a escrita “é algo raro, de beleza rítmica”.

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