Sociedade

Angola: mobiliário português em alta

É já  esta quinta-feira (dia 24) que mais de meia centena de empresas portuguesas dos sectores mobiliário, têxtil e cosmética apresentam em Luanda as suas novidades ao mercado angolano. Depois da aposta e do sucesso do ano transacto, a protagonista do momento é a EXPORT HOME ANGOLA – Casa, Mobiliário, Hotelaria, Iluminação e Decoração (2.ª edição), que tem a funcionar paralelamente a EXPOCOSMÉTICA ANGOLA e a MOSTRA TÊXTIL – From Portugal.

      Aos 59 expositores portugueses juntam-se 15 firmas angolanas, que, até domingo (dia 27), mostrarão centenas de propostas para viver com estilo e “glamour”. Tripartido, o evento distribui-se por cinco mil metros quadrados de área e é o resultado de uma parceria entre a EXPONOR – Feira Internacional do Porto e a FIL – Feira Internacional de Luanda.

     Parceira da empreitada é também a Associação Selectiva Moda (dinamizadora em Portugal da Modtíssimo), que promove durante os quatro dias de certame uma MOSTRA TÊXTIL, com vários produtores portugueses.

     A Organização espera receber cerca de cinco mil visitas.

     «O acontecimento providencia uma boa amostra das capacidades dos três sectores portugueses representados», refere José Carlos Coutinho, director-geral da EXPONOR, que vê o momento como mais uma etapa importante no reforço da internacionalização das empresas lusas.

     Dados de um estudo recente desenvolvido pelo Gabinete de Estudos da Associação Empresarial de Portugal (e cuja consulta integral está disponível em http://www.interdecoracao.exponor.pt/estudos.aspx) revelam precisamente a vocação exportadora das empresas portuguesas e a potencialidade do mercado angolano, no contexto da indústria da fabricação de vidro e de produtos cerâmicos.

     «Em 2007 o peso das exportações do sector nas exportações totais nacionais registou uma evolução positiva, tendo passado de 1% para 1,1%», refere o estudo, acrescentando que, ao nível dos principais mercados de destino das exportações do sector, continua a destacar-se o angolano, onde as exportações têm vindo a crescer significativamente.

     De evidenciar ainda, pode ler-se no mesmo documento, o facto de Angola constituir o «segundo parceiro mais importante fora do espaço europeu, logo a seguir aos Estados Unidos da América», o que revelará que as empresas portuguesas parecem estar a aproveitar o potencial de crescimento deste mercado.

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