S. João da Madeira, Sociedade

Projecto «Limpar Portugal» avança para as florestas – S. João da Madeira

A 20 de Março de 2010, a iniciativa «Limpar Portugal» vai «limpar a floresta portuguesa», segundo informou Salomé Pinto, a criadora do Grupo de S. João da Madeira.

A iniciativa portuguesa surgiu «na sequência de um projecto semelhante nascido na Estónia», que, a 3 de Maio de 2008, limpou esse país báltico.

«Nesse dia, em cinco horas, mais de 50 mil pessoas limparam 10 mil toneladas de lixo», sublinhou. Acrescentou que esse lixo foi recolhido em jardins e em espaços verdes e florestais.

Salomé Pinto realçou a poupança considerável que qualquer país poderá alcançar se os seus cidadãos lançarem «mãos à obra» e, por exemplo, limparem as respectivas zonas verdes, com destaque para as florestas, sempre em risco de incêndio.

O projecto «Limpar Portugal» foi lançado, entre nós, pelo «Landmania», «um clube de participantes de todo-o-terreno turístico, com tradição humanitária».

A iniciativa está a desenvolver-se na internet, no site: www.limparportugal.ning.com. É aí que os interessados se deverão inscrever, integrando-se nos grupos dos seus concelhos, ou até criando-os, caso não existam.

A 31 de Agosto passado, Salomé Pinto criou o Grupo de S. João da Madeira. Ao todo, a região de Entre Douro e Vouga conta com mais de 70 membros nos cinco grupos. Mas, a contagem vai-se alterando dia a dia ou até hora a hora.

A iniciativa «Limpar Portigal» regista um total nacional de mais de 4.220 membros, os quais têm a missão de «detectar as lixeiras existentes» nas áreas sob sua responsabilidade, remetendo, depois, essa informação para o email: projectolimparportugal@gmail.com.

«Isto ainda é só um primeiro passo», realçou a responsável do Grupo de S. João da Madeira, referindo-se à criação de grupos pelo país.

«As pessoas estão-se a registar, depois têm de se organizar por grupos de trabalho e ainda falta a inscrição de voluntários», complementou, a respeito da preparação para o dia 20 de Março do próximo ano.

Salomé Pinto salientou que é tempo dos cidadãos interessados meterem «mãos à obra».

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